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PF investiga superfaturamento de R$ 130 milhões na impressão de provas do Enem

Segundo a investigação, entre 2010 e 2018 o Inep teria contratado para realização do Enem, sem observar as normas de inexigência de licitação, empresa que recebeu um total de R$ 728.645.383,37
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A Polícia Federal (PF) realiza, nesta terça-feira, uma operação para investigar um possível superfaturamento de R$ 130 milhões na realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As supostas irregularidades teriam ocorrido entre 2010 e 2018.

De acordo com comunicado da PF, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) contratou, “sem observar as normas de inexigência de licitação”, uma empresa que recebeu R$ 729 milhões de recursos públicos nesse período.

“Além disso, apurou-se o envolvimento de servidores do INEP com diretores da referida empresa, bem como com empresas de consultoria subcontratadas pela multinacional”, diz o texto. O nome da empresa não foi revelado.

Segundo a PF, investigações apontaram um “um enriquecimento ilícito de 5 milhões de reais dos servidores do Inep suspeitos de participação no esquema criminoso”.

Estão sendo cumpridos 41 mandados de busca apreensão no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo. A Justiça Federal determinou o bloqueio de R$ 130 milhões das empresas e pessoas físicas envolvidas. A Controladoria-Geral da União (CGU) participa da operação. (Com Extra)